Workflows agênticos — Maestria2 / 8
MCP Servers 101 — Dê Ferramentas Reais ao Seu Agent
O Model Context Protocol é como seu agent para de adivinhar e começa a consultar seu banco de dados, seus issues, seu navegador. Aqui está o modelo mental e a primeira conexão.

Um agent sem ferramentas é um adivinho muito articulado. MCP — o Model Context Protocol — é o padrão aberto que transforma adivinhação em consulta. Conecte um servidor e seu agent pode ler seu banco de dados, abrir seus issues ou controlar um navegador diretamente.
O modelo mental
MCP tem dois lados: um servidor expõe capacidades; um cliente (Claude Code, aqui) as utiliza. Um servidor pode expor três coisas:
- Tools — ações que o agent pode chamar (executar uma consulta, criar um issue).
- Resources — dados que o agent pode ler, referenciados com
@. - Prompts — prompts pré-construídos que aparecem como slash commands.
Três transportes
| Transporte | Use para |
|---|---|
| stdio | Servidores locais executados como um subprocess — arquivos, git, scripts locais. |
| SSE | Servidores remotos sobre streaming HTTP. |
| HTTP | Servidores remotos sobre HTTP streamable. |
Sua primeira conexão
claude mcp add --transport http linear https://mcp.linear.app/mcp
Depois execute /mcp dentro do Claude Code para autenticar e confirmar a conexão.
Confiança é o jogo inteiro
Uma vez que um servidor está conectado, suas tools aparecem para o agent automaticamente (nomeadas mcp__<server>__<tool>) e você as aprova em /permissions como qualquer outra tool. Próximo: construir seu próprio servidor, para que o agent possa alcançar o sistema único para o qual ninguém tem um MCP pronto — o seu.
Série — Workflows agênticos — Maestria
- Parte 01A Mentalidade do Fluxo de Trabalho AgenticA maioria dos desenvolvedores trata IA como um autocomplete mais inteligente. Os que saem na frente a tratam como um colega de trabalho que age. Aqui está o modelo mental.
- Parte 02MCP Servers 101 — Dê Ferramentas Reais ao Seu Agent — você está aquiO Model Context Protocol é como seu agent para de adivinhar e começa a consultar seu banco de dados, seus issues, seu navegador. Aqui está o modelo mental e a primeira conexão.
- Parte 03Build Your First Custom MCP ServerOff-the-shelf servers cover GitHub and Postgres. The high-leverage one is the server only you can write — the bridge to your own system.
- Parte 04Hooks — Make the Agent Obey Your RulesA prompt asks the model to remember. A hook makes it happen — deterministically, every time, outside the model's control.
- Parte 05Custom Slash Commands as Team WorkflowsA custom slash command is a reusable prompt you commit to the repo — so the whole team runs the same high-quality instruction instead of re-typing it.
- Parte 06Subagentes — Delegando Trabalho que EscalaUm contexto gigante fica lento e vago. Subagentes deixam o agente principal delegar trabalho focado para especialistas com seu próprio contexto e ferramentas — e executá-los em paralelo.
- Parte 07The Daily-Driver Setup — Settings, Permissions, Status LineA diferença entre lutar contra o agent e fluir com ele é vinte minutos de configuração que você faz uma vez. Aqui está o setup.
- Parte 08Multi-Tool Pipelines — Ticket to Reviewed BranchThe payoff: chain MCP, hooks, commands and subagents into one flow that takes a ticket to a reviewed branch — with you in the loop only where it counts.